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Cultura Afro-Brasileira

As religiões afro-brasileiras são aquelas originadas na cultura de diversos povos africanos trazidos como escravos ao Brasil entre os séculos XVI e XIX. Tendo um importante papel na preservação das tradições culturais dos diferentes grupos étnicos afro-brasileiros, há também, atualmente, um grande número de pessoas de outras origens étnicas que aderem a tais religiões, em especial o candomblé e a umbanda. As religiões afro-brasileiras possuem, em maior ou menor grau, influências de religiões vindas da Europa como o Catolicismo, o Kardecismo ou das religiões indígenas de América. Além disso, elas recebem diversas denominações regionais. Em quatro séculos de tráfico de pessoas, cerca de 3,5 milhões de africanos aportaram no Brasil na condição de escravos, o equivalente a 37% do total da população do continente americano. Eles eram de diversas etnias: iorubás, fons, mahís, hausas, ewes, axântis, congos, quimbundos, umbundos, macuas, lundas e diversos outros povos, cada qual com sua própria religião e cosmogonia. As religiões afro-brasileiras formaram-se em diferentes regiões e estados do Brasil e em diferentes momentos da história. Por isso, elas adotam não só diferentes formas rituais e diferentes versões derivadas de tradições africanas diversificadas, como também adotam nome próprio diferente. A organização destas religiões no Brasil deu-se bastante recentemente. Quando, nas últimas décadas do século XIX, no período final da escravidão, os africanos e seus descendentes no Brasil foram assentados nas cidades, puderam viver em maior contato uns com os outros, num processo de interação e liberdade de movimentos que antes não conheciam. A fixação urbana dos escravos forneceu as condições favoráveis à sobrevivência de algumas tradições religiosas africanas, com o aparecimento de grupos de culto organizados. Importante também é mencionar os processos de sincretismo que ocorreram, onde antigas significações foram atribuídas a novos elementos ou novos valores, já seja de maneira natural, forçada ou oculta explicando assim como foi possível a existência, por exemplo, do culto a Ogum (orixá guerreiro dos iorubás) "disfarçado" de reverência ao guerreiro católico São Jorge ou, ainda, a correlação entre os santos gêmeos São Cosme e São Damião e os ibêjis, orixás gêmeos dos iorubás.

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